
Télépopmusik
Com dois álbuns lançados pela Source Records, selo responsável por publicar o trabalho do Air, o trio francês lançou em 2005 o álbum Angel Milk, sucessor ao Genetic World de 2001.
Angel Milk é um daqueles álbuns que criam uma atmosfera etérea, comparações com bandas como Air e Portishead são validas, já que a banda navega de maneira suave e atmosférica pelo Trip hop, transitando no downtempo e muitas vezes produzindo um som mais ambient, tudo isso com um toque jazzístico de muito bom gosto.
As referências do trio não podiam ser melhores, entre elas está o Kraftwerk, o próprio nome da banda é uma homenagem ao grupo pioneiro no uso dos sintetizadores, do qual são seguidores.
É um ótimo disco para se ouvir num domingo chuvoso, logo de inicio ouvimos a envolvente Don´t look back, de melodia suave praticamente um chill out. O álbum conta com a participação de três vocais femininos: Deborah Anderson, a rapper Mau e Ângela McCluskey que inicia o álbum de maneira hipnotizante e faz diferença no decorrer do mesmo, protagonizando as musicas mais hypadas do disco.
Angel Milk é um álbum para viajar, a sensação que se tem ao ouvir é que o som flutua, em alguns momentos com a mesma força do Massive Attack, talvez mais requintado por conta do peso e do bom uso das influencias Jazzísticas.
Acho que a receita do grupo é simples, juntamos o som e os vocais etéreos do Air, o trip hop atmosférico do Massive Attack, e por fim, o clima e a densidade do Portishead.
Com dois álbuns lançados pela Source Records, selo responsável por publicar o trabalho do Air, o trio francês lançou em 2005 o álbum Angel Milk, sucessor ao Genetic World de 2001.
Angel Milk é um daqueles álbuns que criam uma atmosfera etérea, comparações com bandas como Air e Portishead são validas, já que a banda navega de maneira suave e atmosférica pelo Trip hop, transitando no downtempo e muitas vezes produzindo um som mais ambient, tudo isso com um toque jazzístico de muito bom gosto.
As referências do trio não podiam ser melhores, entre elas está o Kraftwerk, o próprio nome da banda é uma homenagem ao grupo pioneiro no uso dos sintetizadores, do qual são seguidores.
É um ótimo disco para se ouvir num domingo chuvoso, logo de inicio ouvimos a envolvente Don´t look back, de melodia suave praticamente um chill out. O álbum conta com a participação de três vocais femininos: Deborah Anderson, a rapper Mau e Ângela McCluskey que inicia o álbum de maneira hipnotizante e faz diferença no decorrer do mesmo, protagonizando as musicas mais hypadas do disco.
Angel Milk é um álbum para viajar, a sensação que se tem ao ouvir é que o som flutua, em alguns momentos com a mesma força do Massive Attack, talvez mais requintado por conta do peso e do bom uso das influencias Jazzísticas.
Acho que a receita do grupo é simples, juntamos o som e os vocais etéreos do Air, o trip hop atmosférico do Massive Attack, e por fim, o clima e a densidade do Portishead.
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